quinta-feira, 3 de março de 2011

Frase de efeito:

"O sol nasce para todos, mas a sombra é só para quem planta árvores".
(Autor desconhecido)

quarta-feira, 2 de março de 2011

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Luis Carlos Heinze - Dep. Fed. PP-RS

Código Florestal: enquanto agricultores são multados nas zonas rurais por usarem as APPs para produzir alimentos, as cidades jogam esgotos nos rios impunemente. Em Brasília, bancada ruralista pressiona para votação da nova legislação.

terça-feira, 1 de março de 2011

Frase de efeito:

"Qualidade significa fazer certo quando ninguém está olhando." 
Henry Ford

Atropelamento em Porto Alegre, #NãoFoiAcidente

Difícil deixar passar em branco a ocorrência em Porto Alegre no último fim de semana. Como de costume em todo fim de mês, o grupo local do Massa Crítica se reuniu para mais uma bicicletada, com o objetivo de chamar atenção dos cidadãos para uso racional do carro e questionar a real necessidade de adquirir um motor para substituir as próprias pernas. Foi quando de repente apareceu um motorista que em alguns segundos, acelerou e atropelou parte do bando que envolvia desde crianças até senhoras.
Depois de três dias de sumiço, o motorista reapareceu, identificado como um funcionário do Banco Central, alegando que foi tudo “legítima defesa”, contra ameaça dos ciclistas, mas mesmo que fosse, não existem justificativas para um atropelamento tão brutal.
O caso, é claro, ganhou enorme repercussão pela internet, com a tag #NaoFoiAcidente entre os trending topics no Brasil. Muitos, porém ainda defendem a reação do motorista. Deixe aqui a sua contribuição e conte-nos a sua opinião!
Abaixo, o vídeo do ocorrido!

*Cuidado, Imagens fortes!




By Blog Ambientebrasil

Plantando sementes pela vida

Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. 
Todos os dias ele pegava o ônibus e viajava cinqüenta minutos até o trabalho.
À tardinha fazia a mesma coisa voltando para a casa.
No ponto seguinte ao que homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela.
Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa. 
Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom tarde, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora esta jogando pela janela?
- Boa tarde, respondeu a velhinha. 
- Jogo sementes.
- Sementes? Sementes de que?
- De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia. 
E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho... Imagine como seria bom. 
- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos... A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar. 
- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água...
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer . 
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu "trabalho".
O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio "caduca".
O tempo passou...
Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias... A paisagem estava colorida, linda.
O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.
- A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. "Quem diria, as flores brotaram mesmo", pensou. "Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? 
A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda".
Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança.
No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: 
- Olha, mãe, que lindo, quanta flor pela estrada... Como se chamam aquelas azuis?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas.
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso...

(Desconheço o Autor)
(Caso você saiba o nome do autor,  por favor, me envie por e-mail para que eu possa dar o devido crédito)