segunda-feira, 30 de maio de 2011

A história das coisas

Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim. É um vídeo longo, mas que vale muito a pena ser visto por TODOS!!!
Dublagem: Nina Garcia.

domingo, 29 de maio de 2011

Semana do Meio Ambiente - SEMAD

A Semana do Meio Ambiente - SEMAD (www.semad.mg.gov.br) ocorrerá de 06 a 10 de junho, em Belo Horizonte (MG).
No dia 06 será realizada a abertura da Semana com o “Seminário Desenvolvimento Sustentável e os Limites do Crescimento: Por que investir em meio ambiente”. O evento acontece na Cidade Administrativa de Minas Gerais.

Nos dias 08 e 09 de junho serão duas edições da série Diálogos, promovida pelo Centro Mineiro de Referência em Resíduos, que terão como temas “Resíduos Vítreos” e “Sacolas Plástica”. Também no dia 8, será lançado, em parceria com a Revista Ecológico, o ciclo de Palestras “Meio Ambiente em Foco”, com a presença do presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), José Cláudio Junqueira, que proferirá palestra com o tema “O papel da sociedade na política nacional de resíduos”.

No dia 10 será realizado, no CMRR, seminário com professores das redes pública e privada como os temas “Educação Ambiental: principais conceitos e instrumentos” e “metodologias de educação ambiental no ensino formal”. A ação será realizada pela diretoria de Extensão e Educação Ambiental do Sisema.

No sábado, dia 11, em uma ação em parceria com a rede Pitágoras de Ensino, será proferida pelo secretário-adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Augusto Lio Horta, a palestra “O meio ambiente na Constituição e a sustentabilidade no século XXI.

Mais informações:

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Xangai - Matança (Jatobá)

Hoje em dia, a preservação ambiental "está na moda"... Mas esta música produzida a cerca de 3 décadas atrás já profetizava uma triste realidade! 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Garrafa de água feita de papel!

Life é uma garrafa de água feita de papel reciclado criado para a Milano Expo 2015 foi apresentado na Comieco Expopack Design Competition in 2011.

Feito com papel reciclado, não utiliza nenhuma tinta com metais pesados ou adesivo difícil de ser reciclado. A costura dupla garante o isolamento do exterior e dá rigidez ao objeto. Um cordão verde, feito de algodão natural, permite carregar a garrafa no ombro e pode ser enrolado em volta do corpo de papel.
Ela foi projetada para fornecer um serviço essencial para a área de exposição e para a cidade de Milão: o livre acesso e uso da água pública. É um produto destinado a promover a redução de embalagens de plástico e de uma cultura sustentável do uso de água e dos recursos naturais.

Vários pontos de acesso dentro de Milão e da área da Expo irão fornecer a garrafa gratuitamente e os visitantes irão utilizá-la como uma garrafa de 1 dia ou encher várias vezes durante a turnê.
O design é de Andrea Ponti

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A cor do dinheiro

Talvez a opinião mais sensata que vi, até agora a cerca da discussão sobre o novo Código Florestal Brasileiro. Leiam: Entrevista com o Engenheiro Florestal, Virgílio Viana, ex-professor da Esalq-USP e PhD em Biologia da Evolução pela Universidade Harvard.

O tempo fechou na tentativa de votação do novo Código Florestal brasileiro, quinta-feira, na Câmara dos Deputados. Pouco antes de o governo suspender a sessão em que ambientalistas e ruralistas se queimavam no plenário, o relator, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), reagiu a um post da ex-ministra Marina Silva no Twitter, que o acusava de fraudar o texto: "Quem fraudou foi o marido dela, que fez contrabando de madeira".

Esse ambiente no Congresso, no pior estilo "massacre da serra elétrica" - filme de terror em que ninguém sobrevive no final -, não interessa ao Brasil. É o alerta do engenheiro florestal Virgílio Viana, de 50 anos, ex-professor da Esalq-USP e PhD em Biologia da Evolução pela Universidade Harvard: "A discussão que estamos vendo ninguém vai ganhar. Os ruralistas vão perder e os ambientalistas também".

Para o militante verde, que já foi chamado de "ambientalista de resultados" por seu trabalho à frente da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), nossos parlamentares deveriam trocar as machadadas em torno de itens como o tamanho das reservas legais obrigatórias, as medidas das matas ciliares ou a anistia aos produtores em situação irregular, pela discussão de um novo paradigma de desenvolvimento - que faça da conservação do "mato", historicamente indesejado no País, uma atividade rentável.

O que está em jogo nessa discussão?
O que está em jogo é um paradigma de desenvolvimento. É a oportunidade de se repensar uma história equivocada de desenvolvimento, à luz de uma visão contemporânea. O que mais ilustra esse equívoco é o conceito de "mato". Para o brasileiro, floresta e mato são a mesma coisa: algo sujo e indesejável. Se eu for a sua casa e disser que seu quintal estava cheio de mato, passo a ideia de que você é relapso. Se disser que há grama e flores plantadas, você é um ótimo dono de casa. Então, não é por acaso que o Incra reconhece a posse de terra de quem desmata ou o Banco do Brasil dá crédito a quem derruba a floresta e a substitui por lavoura, uma "coisa útil". É preciso revisar isso. Mas o que se vê no Congresso hoje é um debate sectário e emocional.

Por que sectário?
Há um falso dilema entre agricultura e ambientalismo. O produtor rural depende da água da sua nascente. Sem ela, não consegue irrigar a terra ou dar de beber ao gado. Se as florestas ao redor das nascentes são desmatadas, elas secam. Então, manter a mata é bom para ele. A agricultura americana teve enorme prejuízo nos últimos anos porque a polinização das laranjeiras, feita pelas abelhas, está em declínio. O setor de controle de pragas também sofre com a derrubada de matas: não por acaso, muitas plantações de eucalipto para produção de papel e celulose são circundadas por florestas protegidas pelos donos. Não porque estes sejam ambientalistas, mas porque sabem que é a melhor forma de se proteger.

Nossa legislação ambiental é mesmo boa?